Vereador Ademir Peteca faz nota de esclarecimentos a população coxinense

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on print

foto divulgação

Diante de tantos comentários nas redes sociais no dia de hoje (28), sobre o processo que ocorreu na Justiça Eleitoral contra o vereador Ademir Peteca de uma suposta irregularidade na prestação de contas. Onde o presidente do seu partido e de seu advogado esclarece que vão recorrer da decisão e deixa seus eleitores tranquilo, que nada mais é de um mal intendido de interpretação. Que tão logo a Justiça será feita e a verdade restabelecida.

O vereador Ademir Peteca segue trabalhando para a comunidade coxinense e se coloca a disposição de todos em seu gabinete na Câmara Municipal.

NOTA:

TRE/MS MANTÉM REPROVAÇÃO DE CONTAS DE CANDIDATO NEGRO QUE RECEBEU RECURSOS SUPOSTAMENTE DE COTA RACIAIS.

O Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul manteve a decisão de primeira instância que reprovou as contas eleitorais do candidato Ademir “Peteca”, por este ter supostamente utilizado recursos inerentes a cota raciais. O julgamento ocorreu na data de 24 de abril. E o Caso se refere ao fato do candidato a prefeito Oziel Ferreira de Souza ter recebido dinheiro do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) do seu partido Solidariedade e repassado para os seus candidatos a vereadores. Apesar do FEFC não se tratar de recursos exclusivos de cotas raciais ou de gênero, a Justiça Eleitoral, pelo fato do candidato a prefeito Oziel ter se declarado negro, presumiu que todo o dinheiro que ele recebeu era oriundo de cotas raciais.

Deste modo, pelo fato do vereador Ademir “Peteca” ter, assim como os demais, usado a doação de campanha da chapa majoritária para a chapa proporcional, suas contas eleitorais foram reprovadas.

O Presidente Municipal do Partido Solidariedade, André, explicou que “está havendo um erro grosseiro em se presumir que os recursos que foram doados para a candidatura majoritária eram oriundos de cota racial, pois além do FEFC não ser exclusivamente para a implementação de cotas, o partido, por não haver ainda previsão legal e a decisão ter ocorrido no ano eleitoral, não fez a implementação das cotas raciais, ou seja, a nossa chapa majoritária não recebeu recursos inerentes a cota raciais. Porém, a Justiça Eleitoral está presumindo que pôr o nosso candidato a prefeito ter se declarado negro, todos os recursos partidários que ele recebeu seriam por conta da cota racial, o que é uma inverdade, e está prejudicando pessoas inocentes”.

ALEX VIANA, advogado do vereador, diz que “A princípio é necessário frisar que estamos tranquilos quanto a isso, pois esse processo não tem como consequência a cassação do mandato. Não obstante, temos confiança na Justiça, esta de que em algum momento em uma das instâncias a realidade vai prevalecer, esta de que o recurso em questão não é oriundo de cota racial, pois o Partido Solidariedade não doou para a campanha majoritária recurso que seria de cotas raciais, consequentemente, o valor recebido pelo vereador é regular e não advém de políticas de cotas. Frisa-se ainda que o vereador é negro. Houve um erro material no registro da sua candidatura, erro este que não pode prevalecer diante da realidade. Por tais razões vamos continuar recorrendo em busca da verdadeira justiça.”

 

Print Friendly, PDF & Email
HIPER