Reinaldo diz que vai afastar servidor investigado e preso na Operação Reagente

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Pedido foi feito pela Justiça

Em agenda com o Ministro da Secretaria do Governo Carlos Marun nesta sexta-feira (30) em Campo Grande, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou que deve afastar o servidor investigado e preso preventivamente durante a Operação Reagente, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

O funcionário é gerente do laboratório do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul). “Essa é uma decisão conjunta com a juíza, que determinou a prisão. Vamos avaliar e afastar até que tudo seja esclarecido”, informou.

Operação Reagente

A operação apontou um prejuízo de mais R$ 3 milhões nos últimos anos e foi deflagrada contra a fraude em licitações de equipamentos médicos, além de corrupção ativa e passiva, no Hospital Regional. Um empresário, sócio da Neo Line Produtos e Serviços Hospitalares, Luiz Antônio Moreira, foi levado para a 2º Delegacia de Polícia Civil para prestar depoimento. Ele e o gerente do laboratório foram presos preventivamente.

O diretor-presidente do hospital, Justiniano Vavas, foi preso por posse irregular de arma de fogo, já que na sua casa foi encontrada uma espingarda. Agentes do Gaeco foram até a casa de Justiniano para cumprir mandados de busca e apreensão.

A assessoria de comunicação do Ministério Público confirmou a prisão de três pessoas, mas não revelou os nomes. Pastas e malotes foram levados do hospital por agentes do Gaeco logo pela manhã. 17 mandados foram cumpridos, sendo três de prisão e 14 de busca e apreensão.

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