Autoridades acompanham santificação de Irmã Dulce e postam nas redes

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Ao menos 30 autoridades brasileiras participaram da cerimônia de canonização de Irmã Dulce na manhã deste domingo (13.out.2019), no Vaticano. Dulce é a 1ª santa nascida no Brasil e foi santificada pelo papa Francisco.

Milhares de brasileiros participaram da cerimônia no local. Na lista de políticos estão: o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e presidente do Senado, Davi Alcolumbre, o presidente do Supremo, Dias Toffoli; o governador da Bahia, Rui Costa, e o prefeito de Salvador, ACM Neto. Além deles, outros 22 congressistas participam (lista a abaixo da galeria de fotos).

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Os senadores:

Os deputados

VOO DA ALEGRIA

Além dos nomes citados acima, estão na comitiva que representa o governo brasileiro:

  • José Sarney – ex-presidente da República;
  • Luiz Henrique Mandetta – ministro da Saúde;
  • Antônio Augusto Aras – procurador-geral da República;
  • Henrique da Silveira Sardinha Pinto – embaixador do Brasil junto à Santa Sé;
  • Ana Paula Leandro Mourão – mulher do vice-presidente Hamilton Mourão;
  • Liana Gonçalves De Andrade – mulher do presidente do Senado, Davi Alcolumbre;
  • Patrícia Vasconcellos Maia – mulher do presidente da Câmara, Rodrigo Maia;
  • Cláudia Moraes Raso Sardinha Pinto – mulher do embaixador Henrique da Silveira Sardinha Pinto;
  • Maria Das Mercês Aras – mulher do procurador-geral da República, Augusto Aras;
  • Maria Das Graças Caiado – mulher do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM). O nome do demista não está incluído na comitiva do governo. Caiado foi internado no início da tarde de 4ª feira (9.out) após 1 mal estar.

    Subprocurador pede investigação

    O subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado pediu ao TCU (Tribunal de Contas da União) que apure os gastos. As autoridades foram criticadas nas redes sociais por usarem recursos públicos para participar do evento.

    O subprocurador afirmou que trata-se de 1 caso “exorbitante e fora da razoabilidade”. Declara ainda que a iniciativa dos políticos “afronta ao princípio da moralidade administrativa” que, segundo ele, “serve a balizar o comportamento dos responsáveis pela Administração Pública para que eles, além de cumpriam as exigências legais, observem padrões de boa-fé.”

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