André Puccinelli e filho amargam 4º mês de prisão

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Eles foram encarcerados no dia 20 de julho passado, por corrupção

Celso Bejarano

Completa, nesta terça-feira (20), quatro meses o período de encarceramento do ex-governador André Puccinelli, detido em julho passado, por corrupção. Ele divide a cela com o filho André Júnior, também preso pelo mesmo crime.

Renê Siufi, advogado dos Puccinelli disse que o processo do ex-governador está no STJ (Superior Tribunal de Justiça), corte que ainda não definiu data para o julgamento da apelação por liberdade.

Recursos para livrar pai e filho do Centro de Triagem Anizio Lima, em Campo Grande, já foram negados pelo STJ e também pelo TRF-3 (Tribunal Regional Federal da Terceira Região).

Puccinelli está preso porque investigadores da Lama Asfáltica, operação da Polícia Federal, acharam documentos numa quitinete, alugada pelo filho, no complexo industrial de Campo Grande, indicando que o ex-governador tocava um esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de bens. O defensor de Puccinelli nega a acusação.

O ex-governador e o filho teriam criado o Instituto Ícone, empresa que teria arrecadado dinheiro por meio de propina, algo em torno de R$ 2,4 milhões.

O instituto já foi fechado e o dinheiro lá depositado foi entregue à Justiça Federal em Campo Grande. Ainda assim, os magistrados que agem na causa negaram liberdade aos dois.

Junto com os Puccinelli também foi detido o advogado João Paulo Calves, advogado que seria no papel dono da empresa. Contudo, para os investigadores Calves, já solto, seria apenas um testa-de-ferro na trama.

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