Se Puccinelli amarelar, Waldeli aceita encabeçar chapa do PMDB e descarta aliança tucana

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foto divulgação

Prefeito de Costa Rica enfatiza que não será vice de ninguém

Thiago de Souza

O prefeito de Costa Rica, Waldeli Rosa (PR), anunciou sua ida para o PMDB no próximo dia 2 de dezembro, data da convenção da legenda. O dirigente enfatiza que só aceita o convite se for para ser o plano ‘B’ da legenda, e descarta ser vice em qualquer hipótese.

Com a negativa em ser vice candidato a governador do Estado, Waldeli, direta ou indiretamente, descarta aliança com o PSDB, neste caso, com o futuro partido dele indicando o vice de Reinaldo Azambuja.

”Vou para ser ‘soldado’ do PMDB. E ser soldado é cumprir aquilo que for determinado pelo chefe. Você tem de cumprir’, explicou.

Waldeli ressalva que o candidato preferencial do partido é o ex-governador André Puccinelli. No entanto, o ‘italiano’ se vê em meio a investigação na Operação Lama Asfáltica, que já está na quinta fase, a mesma que ele foi preso.

”O partido [PMDB] dá apoio incondicional ao Puccinelli e me coloca como plano b’, revela Rosa.

Atualmente, Waldeli Rosa é prefeito de Costa Rica, e ganhou destaque nacional no início deste ano por ter pago 16º salário para professores da cidade. Ele pondera que, mesmo que Puccinelli não saia candidato, é preciso fazer uma análise complexa no cenário político para colocar o nome à disposição.

”Precisamos fazer pesquisas quantitativas e qualitativas. Não pode decidir ‘do nada’. Preciso conversar com a classe política. Não é assim, ‘ah, o Puccinelli não pode, então vai você”, ponderou o administrador.

Rosa finalizou dizendo que precisa avaliar quais são os prós e contras de uma possível candidatura ao governo do Estado.

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