Sertanejo é preso em operação do Gaeco

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Rick Ribeiro seria um do hackers e usaria o dinheiro para produzir seus clipes
Elaine Silva
Acusado de ser um dos hackers de uma organização criminosa e usar o dinheiro das fraudas para financiar seus clipes o cantor sertanejo Rick Ribeiro foi preso nesta manhã, 17 de setembro, na cidade de Ponta Grossa no interior do Paraná. O cantor é um do alvos da Operação Open Doors, deflagrada nesta segunda-feira, 17 de setembro, pela Polícia Civil, Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e o  Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. O objetivo é desarticular uma quadrilha especializada em aplicar golpes através de fraudes bancárias. A segunda fase da Operação irá cumprir 43 mandados de prisão e mais de 40 de busca e apreensão. As ordens estão sendo cumpridas em São Paulo, Bahia, Ceará, Santa Catarina, Paraná, Pará e Rio de Janeiro.  Logo no início da manhã, pelo menos quatro pessoas tinham sido presas na capital fluminense. Computadores e telefones celulares foram apreendidos, além de Rick Ribeiro. Ao todo, 237 suspeitos foram denunciados. Entre 2016 e 2017 o grupo desviou mais de R$ 30 milhões de contas bancárias em mais de 80 ações. Modus operandi –  Com acesso a dados cadastrais sigilosos, os suspeitos entravam em contato com as vítimas ou até mesmo departamentos jurídicos de grandes empresas e se passavam por funcionários de bancos. A quadrilha forjava um processo de atualização de cadastro, com número de protocolo. As vítimas eram direcionadas para uma página clonada e “hackers” tinham acesso a dados sigilosos. Em posse de senhas, os golpes levavam no máximo 20 minutos, tempo suficiente para que quantias altas fossem transferidas para diversas contas de “laranjas”, então outra parte da quadrilha seguia para as agências bancárias para realizar os saques.

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