Sem metade da bancada, petistas terão que trabalhar dobrado para atender pautas da esquerda

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Kemp e cabo Almi devem redobrar atenção para atender movimentos sociais

Celso Bejarano

A bancada do PT de Mato Grosso do Sul reduziu pela metade depois das eleições. Eram quatro deputados e, a partir de janeiro do ano que vem, somente dois.

Agora, segundo os reeleitos, os parlamentares petistas terão de trabalhar em dobro caso queiram conduzir como antes suas ações no parlamento estadual.

Na Casa, ficaram Pedro Kemp, já com cinco mandatos, e José Almi Pereira Moura, o cabo Almi, que segue para o terceiro mandato.

De fora, ficaram os deputados estaduais João Grandão e Amarildo Cruz.

“É uma perda grande para nossas atuações em conjunto. João Grandão, por exemplo, atuava em questões ligadas aos assentamentos; Amarildo, em causas ambientais, eu no setor da educação e cabo Almi agia mais em assuntos de segurança pública”, afirmou Kemp.

Com a redução da bancada, os dois reeleitos vão “redobrar” suas atuações para manter “firme a demanda” exigida pelos movimentos sociais, segundo o deputado.

Isto é, as tarefas antes cumpridas por Amarildo e Grandão, devem ser assumidas por Kemp e Almi.

Kemp contou que o partido perdeu as duas vagas porque a maioria dos candidatos da legenda tinha pouca densidade eleitoral. E ele afirmou também que a “onda Bolsonaro” e o “antipetismo” pregados nas eleições também prejudicaram o PT.

“O Zeca do PT, por exemplo, sempre aparecia nas sondagens eleitorais como líder ou vice-líder por uma vaga no Senado e, na última hora, acabou ficando de fora”, comentou Kemp, que é filósofo, psicólogo e professor.

Cabo Almi concorda com o colega de parlamento e disse que, além de intervir em projetos associados à segurança pública, vai também atender as comunidades indígenas, por exemplo.

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