Sem Bolsonaro, PSL corre o risco de ‘morrer’ em Mato Grosso do Sul

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Deputados já anunciam saída do partido para seguir líder

Rayani Santa Cruz

O presidente Jair Bolsonaro deve anunciar, ainda nesta terça-feira (12), sua saída do PSL (Partido Social Liberal) e pode levar junto grande parte da bancada do partido, tanto no Congresso Nacional quando nas Assembleias Legislativas de todo o país.

Pesselistas de Mato Grosso do Sul já anunciaram que devem seguir as determinações do mandatário e até migrar de partido, principalmente se a legenda Aliança Pelo Brasil for criada.

Já em atrito com o PSL, o deputado Coronel David diz que certamente a meta é arrebanhar deputados e políticos para que o novo partido nasça forte. “Tem coisas na política que a gente tem que manter. Eu tenho gratidão e lealdade. Tenho uma relação com ele há quase dez anos. Ele que sempre atendia os comandantes da PM do país”.

O Coronel falou que mantém o apoio ao presidente. Sobre a possível migração ao novo partido, o parlamentar preferiu aguardar e não quis comentar.

Colega de bancada, Capitão Contar afirmou que deve seguir o presidente, mas com respeito às regras eleitorais. Até porque existe a questão de janela partidária. “Sou Bolsonaro muito antes de ser PSL”, diz.

Apesar do racha no PSL-MS e atritos internos, o parlamentar disse que não se preocupa com brigas de partido. Ele reafirmou que mantém o foco no mandato, sempre alinhado com o presidente.

“O Bolsonaro, por ser presidente, tem a prerrogativa de poder sair do partido. O parlamentar não, por seguir o estatuto e a lei, não pode tomar a mesma decisão, uma vez que o mandato é do partido e não dele. Com isso, muitos poderão permanecer no PSL e isso, de modo algum, significa ser contra o Bolsonaro, muito pelo contrário”, explica.

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