Reinaldo Azambuja afirma que reeleição é reflexo da aprovação de seu governo pela população

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Myllena de Luca

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que disputa o segundo turno das eleições para o Governo do Estado com o candidato Juiz Odilon (PDT), afirmou na manhã desta quinta-feira (18) que os resultados mostrados pelas pesquisas de intenção de votos que dão a sua vitória no pleito em 28 de outubro são reflexos da aprovação do seu governo por parte da população. Reinaldo foi entrevistado na Rádio Diamante FM, no programa “A Bronca do Eli” ocasião em que destacou várias ações governamentais que contribuem para a boa performance de seu governo junto à população sul-mato-grossense.

Para Reinaldo Azambuja a execução de vasto programa de obras estruturantes por todos os 79 municípios de Mato Grosso do Sul e as ações desenvolvidas na área da saúde, em especial por meio do programa Caravana da Saúde, foram salutares para que Mato Grosso do Sul demonstrasse que é possível se governar mesmo em momentos de sérias dificuldades financeiras.

O governador garantiu que, dentro do seu programa para os próximos quatro anos, a continuidade de obras de infraestrutura e investimentos na Caravana da Saúde têm lugar especial. “Vamos dar continuidade nas obras e no oferecimento de um serviço de saúde mais humano à nossa população, de tal sorte que continuemos sendo um estado destacado dentre as unidades federativas brasileiras”, disse.

Sobre a campanha eleitoral, Reinaldo disse que entra na reta final da busca pela reeleição ao governo de Mato Grosso do Sul com a convicção de que a mensagem da coligação liderada pelo PSDB está sendo compreendida pelo eleitorado.

Depois de uma disputa contra outros cinco candidatos e na qual quase venceu no primeiro turno, ele afirma que estar convicto de que a população de Mato Grosso do Sul quer a segurança de um governo que já mostrou competência para gerir os bens públicos. Apesar de seus adversários terem pautado a campanha em críticas à sua gestão “os mais de 44% dos votos atingidos no primeiro turno são o reconhecimento de que fizemos uma boa gestão” enfatizou o governador.

O candidato à reeleição destaca como de fundamental importância na sua caminhada o apoio público que tem recebido do candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Reinaldo afirma ter feito atos desde a primeira etapa da campanha apontando apoio a Bolsonaro, assim como a Geraldo Alckmin, e salientou a convivência que teve com o presidenciável na Câmara Federal, que rendeu inclusive mensagem de vídeo agradecendo o suporte do tucano e o parabenizando.

CULTURA – “Mesmo com a crise aprimoramos o Festival de Inverno em Bonito e Festival América do Sul em Corumbá. A crise atrapalhou, mas investimos muito em Mato Grosso do Sul como revitalização até de museus. Em Campo Grande não tem lugar de eventos e vamos fazer um espaço. Vamos continuar com a Caravana da Saúde para salvar e ajudar pessoas”, comenta.

SEGURANÇA – Ao ser questionado sobre a segurança, o governador afirmou que foi atacado pelos outros candidatos quando se tentou discutir essa problemática. “Sobre as fronteiras nos debates, vi dois candidatos criticarem o Departamento de Operações de Fronteira. O Jair Bolsonaro me ligou no início do ano, pedindo autorização para visitar o DOF. Imediatamente nós franqueamos autorização e colocamos à disposição dele o que é o DOF, a inteligência, como funciona e porquê que dá certo. O DOF é quem mais apreende drogas no Brasil e em Mato Grosso do Sul. Não sei se vocês acompanharam, mas o Bolsonaro gravou um vídeo dizendo que quer implementar nas fronteiras do Brasil algo muito parecido com o trabalho do DOF. Ele elogiou o DOF”, comenta.

INVESTIMENTOS – Finalizando, Reinaldo falou sobre a presença do governo em todos os municípios de Mato Grosso do Sul. “Fizemos um programa de investimentos e hoje o governo está presente nas 79 cidades. A gente construiu uma parceria com os municípios nas áreas que são importantes no desenvolvimento das regiões. Vamos concluir até final do ano mais de 26 mil moradias, entregues neste mandato. Isso é mais do que fizeram governos que ficaram oito anos e que não conseguiram realizar” finaliza.

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