Ministro diz que ‘dinheiro não é problema’ e espera projeto para repasse ao Hospital do Trauma

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Ministro afirma que o prazo é quem está atrapalhando o funcionamento

O Hospital do Trauma, unidade anexa à Santa Casa de Campo Grande vive um dilema em relação ao financiamento federal que trava a funcionalidade total de sua capacidade. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM) fez questionamentos para entender o porquê dessa demora, já que o local está construído e pronto para funcionar.

O ministro afirmou que técnicos da Prefeitura da Capital, governo do Estado e do Ministério da Saúde, além da própria Santa Casa, precisam colocar no papel exatamente o que será necessário para funcionamento da unidade.

“O recurso não é o problema. Nosso problema é o prazo e o prazo é deles, eles que tem que se entender. O Ministério da Saúde sabe da existência do hospital, o dinheiro desse prédio é cem por cento federal. “O Ministério da Saúde não aloca recursos de viés político”, explicou.

A nova unidade deverá comportar 120 novos leitos na ala, que devem ser transferidos pacientes do trauma que hoje estão dentro da Santa Casa. Mas para o dilema ser resolvido, é preciso ter um ‘plano operativo’ para entender as necessidades da unidade.

“O que vai fazer com esses 120 leitos da ‘velha Santa Casa’? Vai se somar e nós teremos 240 leitos para o trauma ou não há a necessidade de 240 leitos por trauma? Vamos passar e instalar essa ala e vamos fazer as cirurgias eletivas, que estão pressionando o sistema?” questionou o ministro.

O Hospital do Trauma contempla 51 letos ocupados, onde também são usados o centro cirúrgico e o CTI (Centro de Terapia Intensivo) que recebe pacientes da unidade coronariana. Há também 100 leitos para enfermaria, 26 para pré e pós-cirurgia, 10 leitos de CTI e salas de observação.

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