Metade dos deputados querem vaga no Executivo municipal

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Pelo menos oito são contados para disputar prefeitura da Capital

EDUARDO PENEDO

O ritmo das articulações para a disputa das eleições municipais aumentou nas últimas semanas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. A um ano das convenções partidárias – quando serão oficializados os nomes para a disputa as prefeituras- pelo menos 12 deputados estaduais já estão com seus nomes a disposição para a disputa.

As pré-candidaturas colocadas no estágio atual não têm valor jurídico. São o resultado de movimentações de políticos e partidos que, em muitos casos, apresentam nomes para verificarem a aceitação que eles podem ter diante dos eleitores. Como os deputados estão com a imagem mais fresca, pois disputar um pleito recentemente, eles colocam seus nomes para fortalecer ainda mais sua imagem perante ao eleitor.

Dentre os deputados estaduais que já colocaram os nomes a disposição para disputar a majoritária em Campo Grande estão: Antônio Vaz (PRB), Cabo Almi(PT),Capitão Contar(PSL), Coronel Davi(PSL),Herculano Borges , Jamilson Name(PDT), Lucas de Lima (SD),Marcio Fernandes(MDB).

Já no segundo maior colégio eleitoral de Mato Grosso do Sul- Dourados- têm três parlamentares querendo o cargo de prefeito nas eleições do ano que vem. Marçal Filho (PSDB), Renato Câmara (MDB) e José Carlos Barbosa, o Barbosinha. Em Naviraí, o tucano Onevan de Matos está na disputa pela prefeitura.

A maioria desses parlamentares fazem parte da base aliada do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) que em Campo Grande fez um acordo de cavalheiros com o atual prefeito Marcos Trad (PSD) que em troca do apoio de Trad para a reeleição de Azambuja o tucano faria o mesmo nas eleições de 2020.

O governador já disse que vai ficar neutro na disputa das prefeituras em que sua base aliada estiver disputando. “Nós temos que manter o diálogo com os aliados, mas em alguns lugares vai ser impossível até porque você vai respeitar a vontade local. Então tem lugar que não vão conseguir juntar no palanque quem nos acompanhou em 2018. Aí o que vai ter nosso a neutralidade”, explica Azambuja.

Na segunda quinzena de julho de 2020, as convenções partidárias definirão os nomes dos candidatos a prefeito e a vereador para a campanha que começa no início de agosto. Apenas se houver alguma mudança na legislação até outubro o calendário eleitoral poderá sofrer alterações. Por enquanto, o Congresso não discute mudanças nas regras eleitorais, embora já haja expectativa de aumento do valor do fundo eleitoral.

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