Jamil Name e filho são presos em operação do Garras

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Empresários foram presos em casa; operação policial combate milícia armada

EDUARDO MIRANDA

Policiais civis, equipes do Grupo de Apoio Especial de Repressão ao Crime Organizado (Garras) e policiais federais prenderam os empresários Jamil Name e Jamil Name Filho, no Bairro Bela Vista, em Campo Grand na manhã desta sexta-feira (27). O mandado contra eles é de prisão preventiva.

A Polícia Civil ainda não deu mais detalhes da operação. São pelo menos 13 mandados de prisão preventiva, 10 de prisão temporária e 21 mandados de busca e apreensão para serem cumpridos. Há ordens judiciais até mesmo contra advogados. O foco da operação é crime organizado, milícia armada e crimes de corrupção ativa e passiva. A operaçao foi denominada Omertá.

Os nomes de Name e de Name Filho aparecem em inquérito conduzido pelo Grupo de Apoio Especial no Combate ao Crime Organzado (Gaeco), que investiga grupo de extermínio, suspeito de vários crimes de homicídio em Campo Grande.

O endereço dos mandados contra os empresários é o mesmo em que o guarda municipal Marcelo Rios, chegou a ser flagrado portando armas de uso restrito em maio deste ano. Na mesma operação, no dia 19, os policiais encontraram um arsenal com o mesmo guarda, em outra casa no Bairro Monte Líbano.

O baú com o arsenal continha, seis fuzis, dois deles do modelo AK-47, além de mais de uma dezena de pistolas, silenciadores e milhares de munições.

Rios atualmente está preso preventivamente no presídio federal de Mossoró (RN). Outros dois guardas municipais, Robert Kopetski e Rafael Antunes da Silva, e o motorista Flavio Morais da Cunha, também estão presos. Por causa do envolvimento com o grupo de extermínio, Marcelo Rios e Kopetski foram demitidos da Guarda Civil Municipal.

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