Imasul só fiscaliza barragens após tragédias ambientais

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Estado tem 19 estruturas de minério, conforme informado pela Agência Nacional de Águas

O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) só fiscaliza as barragens do Estado após grandes tragédias ambientais. Conforme o relatório da Agência Nacional de Águas (ANA), em 2017 não houve vistoria nas estruturas de rejeitos de minério instaladas em Corumbá, conhecida como Capital do Pantanal, maior ecossistema de água doce do mundo. O último relato de perícia foi em 2016, após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, Minas Gerais, em novembro de 2015. Agora o instituto se volta novamente para Corumbá por conta do rompimento da barragem de Brumadinho, também no estado mineiro, na sexta-feira (25).

O secretário adjunto de Meio Ambiente, Desenvolvimento Ecônomico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Ricardo Sena, confirmou, em entrevista à TV Morena, que há, pelo menos, dois ou três anos não são realizadas vistorias nas barragens do Estado.

De acordo com a Agência Nacional de Mineração (ANM), são 16 barragens em Corumbá, das quais 15 são da mineradora Vale, também responsável pelas barragens que se romperam em Minas Gerais.

*Yarima Mecchi.

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