Facilidade de acesso e mensalidade até dez vezes mais barata atraem pelo menos 10 mil brasileiros que hoje estudam Medicina em Pedro Juan Caballero, no Paraguai. Com a demanda crescente, novas instituições de ensino se preparam para se instalar na cidade – que fica na divisa com Ponta Porã, no Brasil –, enquanto universidades já estabelecidas ampliam suas unidades. O alto investimento necessário para estudar Medicina em faculdades particulares brasileiras, aliado à concorrência grande dos processos seletivos em universidades públicas do País, ajudou a popularizar a alternativa paraguaia. Thaís dos Santos, 22 anos, está a 1,5 mil quilômetros da cidade natal, a pequena Felixlândia (MG), de 15 mil habitantes, para realizar o sonho de se tornar médica. A mineira conta que a mensalidade durante o primeiro semestre pela Universidad Politécnica y Artística del Paraguay (Upap) custa 1 milhão de guaranis – aproximadamente R$ 700. “Uma das vantagens é que não tem vestibular. A gente passa por um curso de nivelação, apenas”. O curso de Medicina foi o mais disputado do vestibular 2018 da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), instituição pública, com 144 candidatos por vaga.

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Apenas o corretor ainda não se apresentou sendo que os 13 presos foram colocados em liberdade
Dos 14 alvos da operação Vostok realizada na semana passada, só o corretor José Carlos Guitti Guimaro ainda não se apresentou mas a previsão é de que hoje ele  vai se entregar a Polícia Federal em Brasília. Como não foi determinada a prorrogação da prisão temporária de cinco dias, 13 presos já estão em liberdade desde a manhã de ontem. A ordem de soltura veio do mesmo ministro que ordenou as prisões, Felix Fisher. A Vostok cumpriu 41 mandados de busca e apreensão e 13 de prisão temporária, como parte das investigações de um esquema que teria concedido créditos irregulares à empresa JBS, controlada pela J&F, dos empresários Joesley e Wesley Batista. Entre os presos estava o deputado estadual Zé Teixeira (DEM), o ex-prefeito de Porto Murtinho, Nelson Cintra, e o filho do governador Reinaldo Azambuja  (PSDB), o advogado Rodrigo Sousa e Silva. Os presos estavam espalhados pelo presídio militar e em delegacias de Polícia Civil de Campo Grande.
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