Candidatos relembram trajetória e prometem combater corrupção no encerramento do debate

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Os seis participantes tiveram um minuto e meio para convencer o eleitor

Thiago de Souza

Candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul responderam perguntas pré-selecionadas no debate da TV Morena, na noite desta terça-feira (2), em Campo Grande. O quarto e último bloco também foi destinado para as considerações finais, onde os candidatos prometeram transparência, participação popular e combate à corrupção.

Antes da mensagem final, os seis candidatos responderam a temas escolhidos pela emissora, como turismo, Aquário do Pantanal, segurança na fronteira e emprego. Na palavra final, eles tiveram tempo de um minuto e meio para tentar, pela última vez, em debate, convencer o eleitor a confiar o voto em suas candidaturas.

Mochi (MDB) foi o primeiro escolhido por sorteio e disse que vai mostrar o que e como vai resolver os problemas do estado. Pediu que o eleitor o avalie e se disse ficha-limpa, sendo duas vezes prefeito e que tem capacidade e competência comprovadas. Ele destacou que fazer política é fazer o bem e não “fazer para ter bens“.

Marcelo Bluma (PV) prometeu combater a corrupção usando a tecnologia e transparência. Destacou o debate que fez com os professores e servidores administrativos da educação e fala em valorização do setor. Diz que é preciso grande programa habitacional para recuperar a economia.

Humberto Amaducci (PT) disse que começou a caminhada no interior do estado, com pessoas simples em assentamentos. Falou sobre transparência e participação popular, ouvindo todos os segmentos. Finalizou dizendo ter orgulho de ter como candidato à presidência da República Fernando Haddad.

Joao Alfredo (PSOL) declarou que se capacitou para ser candidato e governar o estado. Falou que vai cumprir a constituição, combater a discriminação e promover políticas para mulheres e minorias. Quer crescimento econômico com geração de emprego e renda.

Azambuja falou da campanha propositiva e que enfrentou os ataques com a verdade, que ao final prevaleceu. Disse que conduziu o governo com `pé no chão’ e avançou em políticas púbicas. Além disso, citou a maior crise econômica da história do país, que diz ter superado.

Odilon de Oliveira (PDT) disse que fez campanha do “tostão contra o milhão“. Citou poucos recursos na campanha, mas diz que encontrou afeto e agradecimento pelo trabalho no poder judiciário e que nunca foi chamado de corrupto. Propôs mudanças no aspecto moral, ético e econômico.

O primeiro turno das eleições ao governo do estado ocorre neste domingo (7).

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