Campo Grande tem maior taxa de ocupação de UTIs entre as capitais brasileiras

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Os dados são referentes ao início de 2021; hoje a cidade tem taxa de 95,52% de ocupação

Flávio Veras

Em Campo Grande, a ocupação dos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) para Covid-19 na rede pública terminou em 2020 e começou em 2021 de 100%, percentual acima de todas as capitais brasileiras.

O dado é referente ao período de 21 de dezembro a 4 de janeiro e consta no boletim especial divulgado nesta quarta-feira (13) pelo Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que faz um balanço da pandemia no Brasil ao longo de 2020.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), hoje a cidade tem taxa de 95,52% de ocupação de unidades destinadas ao combate da doença.

Outras capitais ficaram com índice de 80%, ou mais, é considerado zona de alerta crítica pela Fiocruz. Essa situação foi constatada em Manaus (89,4%); Boa Vista (83,3%); Macapá (94,4%); Belém (100%); Belo Horizonte (80,5%); Vitória (80,1%); Rio de Janeiro  (99,8%) e Curitiba (80%). Recife, com 77,5%, e Porto Alegre, com 73,8%, também apresentaram taxas superiores a 70%.

Quando analisada a ocupação das UTIs por estado, Amazonas (89,2%), Amapá (81%), Mato Grosso do Sul (85,6%), Pernambuco (83%) e Espírito Santo (80,7%), além do Distrito Federal (88,7%), enquadraram-se na zona de alerta crítica entre 21 de dezembro e 4 de janeiro.

Já os dados divulgados pela Saúde Estadual na data de hoje, apontam que Mato Grosso do Sul tem taxa de ocupação de 83,94%.

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