Brasil encerra participação histórica nos Jogos Pan-Americanos de Lima

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RAFAEL RIBEIRO

Neste domingo, último dia dos Jogos Pan-Americanos 2019, o Brasil encerrou a sua participação histórica em Lima. Na segunda colocação, atrás apenas dos Estados Unidos, com 55 ouros, 45 pratas e 71 bronzes, totalizando 171 medalhas, o país fez a sua melhor participação na história dos Pans.

E o que já era uma excelente campanha, poderia ter sido ainda melhor. Isso porque, nas últimas provas do dia, o Brasil ainda disputou três finais. No caratê, Hernani Veríssimo, pela categoria até 75kg, foi derrotado pelo norte-americano Thomas Scott e ficou apenas com a prata. Já pela categoria até 60kg, Douglas Brose, ouro em Toronto 2015, foi derrotado por Camilo Velozo, do Chile, e também ficou com o segundo lugar.

Trajetória semelhante viveu Marcus D’Almeida, no tiro com arco. O brasileiro chegou até a final, mas perdeu para o canadense Crispin Duenas e também ficou com a prata.

Mesmo com as derrotas nas provas finais, a campanha do Brasil foi histórica. Com os 55 ouros, o país superou a participação em Rio 2007 em idas ao primeiro lugar do pódio. Além disso, a segunda colocação no quadro geral também é marcante. Desde 1963, no Pan de São Paulo, o Brasil não repetia o feito.

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) não fez projeção de medalhas para os Jogos Pan-Americanos de Lima, preferindo apostar nas vagas a conquistar para as Olimpíadas 2020, que vieram no handebol feminino, hipismo, tiro com arco, tênis e tênis de mesa, por exemplo.

Os Estados Unidos terminam o Pan com a primeira colocação, seguido pelo Brasil. Em terceiro lugar, o México conseguiu superar o Canadá, que ficou em quarto. Em seguida, Cuba fechou entre os cinco melhores colocados do Pan de Lima.

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