‘Ato de violência e negligência’, diz Mandetta sobre pais que decidem não vacinar filhos

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Segundo ministro, esses atos são levados em consideração pelo Ministério Público

A taxa de vacinação atingiu um dos níveis mais baixos nos últimos 16 anos, e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), afirmou neste sábado (23) após entregar um tomógrafo ao Hospital do Trauma em Campo Grande, que pretende junto com a colaboração do Congresso, adotar vários conceitos para mudar este cenário.

“Já existem em alguns estados, municípios que colocaram a carteira de vacinação como uma maior valência de documentos”, afirmou o ministro.

Mandetta também explica que estados estão colocando a carteira de vacinação como prioridade nas matrículas de escolas no ensino público municipal e estadual. “Isso talvez seja uma boa iniciativa federal para gente deixar isso horizontal para todo país”.

Outras medidas para que as pessoas estejam mais orientadas sobre suas carteiras de vacinações, foi colocar nos exames que as empresas fazem de admissão e demissional, além do periódico. “Algumas outras medidas que valorizam a carteira de vacinação. Nesse momento nunca se pediu a regularidade vacinal, tem muita gente que às vezes nem sabe que a sua vacina não está em dia”, apontou.

Luiz Henrique Mandetta usou como referência a vacinação das crianças, que possuem esse direito, mas às vezes são ‘esquecidas’ pelos pais que não levam nos postos de saúde.

“O pai ou o responsável, tem que assumir esse papel de levar a criança, se ele acha que por alguma outra informação ele não vai vacinar uma criança, o MP tem entendido que é um ato de violência e negligência em relação a infância”.

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