Adesão ao PDV exige cautela por parte dos servidores

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Proposta deverá ser aprovada até março

Adesão ao Plano de Demissão Voluntária (PDV), que está prestes a ser oficializado pelo governo do Estado, exige planejamento, estudo e cautela por parte do servidor público de Mato Grosso do Sul, em razão do risco de se abrir uma brecha para dificuldades financeiras em médio prazo. O alerta é do economista Thales de Souza Campos, para quem a decisão de ingressar nesse tipo de iniciativa requer situação financeira bem resolvida e realização de um estudo de viabilidade econômica por parte do interessado.

“Tivemos ‘n’ tipos de PDV, tanto nacionais como estaduais e municipais e também de empresas. Não é um recurso novo. Mas o grande problema é que nós não temos educação financeira e como não temos, também, um planejamento de curto, médio e longo prazo, em qualquer PDV que o trabalhador, seja ele público ou privado, for participar, terá de ter bastante consciência”, ressaltou.

De um lado, explicou, está a instituição [governo, empresa pública ou privada], que precisa adequar custos e com isso fazer demissões. Do outro, há a lei trabalhista, reformada há pouco mais de um ano, que flexibilizou o desligamento do trabalhador, possibilitando que isso seja feito por meio de acordos.

*Daniella Arruda.

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