Giroto e Amorim são transferidos para cela especial em presídio

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Antes disso, envolvidos passaram por exames no Imol em Campo Grande

LEANDRO ABREU E GABRIELA COUTO

Os quatro presos pela Operação Lama Asfáltica saíram da Superintendência da Polícia Federal em Campo Grande com destino ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) e, em seguida, serão encaminhados ao Centro de Triagem, no complexo penitenciário, ao lado do Presídio de Segurança Máxima, no Bairro Jardim Noroeste.

O ex-secretário e ex-deputado estadual Edson Giroto, o empresário João Amorim, o ex-servidor da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), Wilson Roberto Mariano de Oliveira, o Beto Mariano, e o empresário e cunhado de Giroto, Flávio Schrocchio, se apresentaram à PF nesta manhã.

O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou o habeas corpus que mantinha os envolvidos em liberdade desde o ano passado. Além dos quatro, Raquel Giroto, a sócia e ex-secretária da Proteco – empresa de João Amorim -, Elza Cristina Araújo dos Santos, Ana Paula Amorim Dolzan, filha de Amorim, e a filha de Beto Mariano, a médica Mariane Mariano de Oliveira também estão detidas em casa.

O advogado Valeriano Fontoura, que defende Giroto e Flávio, falou com a imprensa em frente à Superintendência da Polícia Federal, no momento em que os envolvidos eram encaminhados ao Imol. Ele disse que seus clientes receberam a notificação da prisão de forma “serena”. “A decisão é provisória. Vamos estudar o processo e ver a melhor forma de recorrer”, disse.

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