Expogrande faz crescer criminalidade no entorno do Parque de Exposições

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Todo ano a Expogrande é sinônimo de falta de segurança para os moradores e comerciantes que estão ao redor do Parque de Exposições Laucídio Coelho, localizado dentro da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), Bairro Jardim América, em Campo Grande. Com a aglomeração de pessoas que vão ao evento, que neste ano tem duração de dez dias, aumenta também o número de criminosos que veem a situação como oportunidade para cometer furtos.

Na semana passada, o comerciante Dhiego Rafael Romano gravou um homem tentando arrombar seu restaurante no final da tarde. “A pessoa chutou várias vezes, foi até a câmera para ver se funcionava e ficou forçando a porta durante meia hora”.

O local fica a 250 metros do Parque de Exposições e o empresário foi procurar o homem para denunciar à polícia. “Cheguei ao parque e ele estava cuidando dos carros. Acho que vem muita gente que não é daqui. Catador de latinha, “noinha” (usuário de droga) e um povo malicioso. Teve uma blitz esses dias e pegaram carteira falsificada e gente portando drogas”, contou o comerciante.

Para tentar coibir a ação, nem muros altos, cercas elétricas, videomonitoramento e cachorros funcionam. Há proprietários que acabam dormindo no escritório para evitar a presença de bandidos. “Mesmo assim eles entram. Estou aqui há 12 anos e já entraram seis vezes, apesar do meu filho morar dentro da oficina. Mas desde quando estava construindo já entravam. Roubaram até as ferramentas do pedreiro”, disse o empresário, Antônio Carlos Corrêa.

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